domingo, 24 de janeiro de 2010

Foto que tirei do meu pai

sorrisos que chegam silenciosos, mas com intensidades gritantes, e que concebem uma vontade de receber (e doar) abraços.








Amanda e eu

(cabelos justificados pelo cloro). Sentimentos, hoje, carregados de um 'quê' que carrego. Não é carta pra descartar, guardo e não há nada pra recortar.







Eu e amigas do colégio (2006)
  
Que o tempo passa é fato, e quem tá dentro dele sente na pele, que além de passar, ele passa correndo. E eu, assim como o tempo, fiz questão de deixar a lembrança e serenidade de uma amizade tão única e nada esquecível





 
Marquinhus e eu
 Palavras são muitas e seus significados bem maiores que até transcendem qualquer papel de qualquer dicionário capa dura. Significados tangíveis e um dicionário de carne e osso. 

domingo, 29 de março de 2009

Mãos sujas

As mãos sujas de céu, e o corpo movido à alma fogem com os pés movidos a terra. A imaginação já embebedada de cansaço foge da razão, essa que já não agüenta ser iludida pelo coração. Os pés já não agüentam correr em uma direção que não podem escolher, já não querem carregar um corpo cheio de alma que prefere se encolher. E todas veias entrelaçadas transmitem uma linha sanguínea desigual ao que o corpo deseja fazer. Mas ainda existem aquelas mãos sujas de céu que erram, mas arriscam fazer.

terça-feira, 17 de março de 2009

Pista

Em ritmo rápido, os movimentos evaporam. Flashes de uma dança. Rastros na pista: do perfume, do brilho, dos passos. Mãos que querem tocar as luzes no alto. Pés que acompanham um som. Nada se perdeu. Tudo se espalhou. Queria unir teus traços com a linha e a agulha. Queria sufocar tua presença e abraçá-la como num laço. Nesse tempo te admirei em câmera lenta, acredite. Criei um coração para te acolher na entrada e te esperar na saída.